
“Bons dias!” Era assim que Joaquim Maria
costumava iniciar suas crônicas.
Ah, você nunca ouviu falar de Joaquim Maria?
E de Machado, que morava
costumava iniciar suas crônicas.
Ah, você nunca ouviu falar de Joaquim Maria?
E de Machado, que morava
na Rua das Andradas, na Cidade Maravilhosa?
Ah, está quase se lembrando?
Então, mais uma dica para arriscar:
CAPITU TRAIU OU NÃO TRAIU BENTINHO? ou
BENTINHO,”MONSTRO DOS OLHOS VERDES” –
expressão usada por Shakespeare para caracterizar o ciúme de Otelo por Desdêmona – seria só um homem CASMURRO ou um pobre ser obsessivo e atormentado pela baixa auto-estima?
Agora ficou fácil demais!
Dizer seu nome seria até um despautério;
Como, também, um subestimar aos brasileitores.
Um século após seu desaparecimento,
seria mais sensato dizer:
Centenário do maior escritor brasileiro
ou o Aniversário de sua presença incessante no
panorama brasileiro e mundial?
Seu prestígio só faz crescer;
suas obras se revigoram a cada nova leitura.
O bruxo do Cosme Velho está mais vivo
do que nunca em nosso imaginário.
Desvendar enigmas, nas linhas e entrelinhas
da alma de seus escritos, é uma constante labuta e engenhosidade de seus leitores.
Até o mineirinho Drummond, em “A um bruxo, com amor” deixou pistas de que o fundador da Academia Brasileira de Letras dubiedade nele provocou.
Sua condição de mulato, numa sociedade
escravocrata, não o impediu de afrontar gostos,
hábitos, crenças e preconceitos.
Afinal de contas, enquanto o Mestre dos escritores produzia sua obra, mais de oitenta
Ah, está quase se lembrando?
Então, mais uma dica para arriscar:
CAPITU TRAIU OU NÃO TRAIU BENTINHO? ou
BENTINHO,”MONSTRO DOS OLHOS VERDES” –
expressão usada por Shakespeare para caracterizar o ciúme de Otelo por Desdêmona – seria só um homem CASMURRO ou um pobre ser obsessivo e atormentado pela baixa auto-estima?
Agora ficou fácil demais!
Dizer seu nome seria até um despautério;
Como, também, um subestimar aos brasileitores.
Um século após seu desaparecimento,
seria mais sensato dizer:
Centenário do maior escritor brasileiro
ou o Aniversário de sua presença incessante no
panorama brasileiro e mundial?
Seu prestígio só faz crescer;
suas obras se revigoram a cada nova leitura.
O bruxo do Cosme Velho está mais vivo
do que nunca em nosso imaginário.
Desvendar enigmas, nas linhas e entrelinhas
da alma de seus escritos, é uma constante labuta e engenhosidade de seus leitores.
Até o mineirinho Drummond, em “A um bruxo, com amor” deixou pistas de que o fundador da Academia Brasileira de Letras dubiedade nele provocou.
Sua condição de mulato, numa sociedade
escravocrata, não o impediu de afrontar gostos,
hábitos, crenças e preconceitos.
Afinal de contas, enquanto o Mestre dos escritores produzia sua obra, mais de oitenta
por cento da população brasileira
era analfabeta.
Assim, sem dúvida, ele representa
a revolução da leitura, da linguagem,
um salto para a modernidade literária.
Se Freud é considerado o pai da psicanálise;
Ele é o autor da introspecção psicológica ficcional; dos microcapítulos digressivos;
do estilo anti-retórico
e da ênfase no metalingüístico.
De humor tênue,
sutilmente abalou as ilusões do ser ideal,
quando em 1881, publicou MEMÓRIAS
Assim, sem dúvida, ele representa
a revolução da leitura, da linguagem,
um salto para a modernidade literária.
Se Freud é considerado o pai da psicanálise;
Ele é o autor da introspecção psicológica ficcional; dos microcapítulos digressivos;
do estilo anti-retórico
e da ênfase no metalingüístico.
De humor tênue,
sutilmente abalou as ilusões do ser ideal,
quando em 1881, publicou MEMÓRIAS
PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS.
BOOM!!!!!!!! NOVO BIG BANG!!!!! SÓ QUE DESSA VEZ, LITERÁRIO!!!!!!
Repleto de ambigüidades para seu tempo,
Imprimiu sua visão metafísica dos valores humanos – insensível diriam os românticos;
demoníaco replicariam os árcades.
MACHADO DE ASSIS: construtor de personagens e situações grandiloquentes, continua a dialogar com distintos leitores as obsessões da soma elevadíssima de suas obras-primas, em variados espaços culturais, na sucessão infinda dos minutos, horas, dias e anos;representada pelas noções de passado,presente e futuro.
Ø Homenagem ao aniversário de 100 anos da morte de Machado de Assis: 29 de setembro de 2008.
BOOM!!!!!!!! NOVO BIG BANG!!!!! SÓ QUE DESSA VEZ, LITERÁRIO!!!!!!
Repleto de ambigüidades para seu tempo,
Imprimiu sua visão metafísica dos valores humanos – insensível diriam os românticos;
demoníaco replicariam os árcades.
MACHADO DE ASSIS: construtor de personagens e situações grandiloquentes, continua a dialogar com distintos leitores as obsessões da soma elevadíssima de suas obras-primas, em variados espaços culturais, na sucessão infinda dos minutos, horas, dias e anos;representada pelas noções de passado,presente e futuro.
Ø Homenagem ao aniversário de 100 anos da morte de Machado de Assis: 29 de setembro de 2008.
DENISE DIAS DE CARVALHO SOUSA



























