sábado, 3 de abril de 2010

ENSAIOS SOBRE LITERATURA E EDUCAÇÃO EM LIVRO



A convite das palavras - motivações para ler, escrever e criar (Biruta, 228pp., R$ 35), de Jorge Miguel Marinho, traz um conjunto de artigos, ensaios e crônicas que pontua e revela a singularidade, as motivações e os atrativos do texto literário e da arte dos escritores à luz da educação. Com experiência de professor de Língua Portuguesa e de Literatura Brasileira por mais de trinta anos nos ensinos fundamental, médio e superior e autor de mais de trinta livros especialmente destinados a crianças e jovens, Jorge Miguel Marinho aproximou estes dois domínios e se revela neste estudo centrado nas práticas de leitura e produção de textos como um sensível cronista da Educação, apostando que a leitura, a escrita e a criação podem caminhar juntas e igualmente contribuir para que o discurso pedagógico e o ensino sejam mais lúdicos, num harmonioso casamento entre conhecimento e prazer.
PublishNews - 30/03/2010 - Por Redação

LIVRO NA MÃO,AÇÃO!


Estão abertas até o dia 16 de abril as inscrições para o BiblioFilmes 2010. O festival está na sua 3ª edição e traz um desafio para os amantes de livros e bibliotecas: façam um "filme" em que contem a sua história e provem o quanto gostam da sua biblioteca e/ou de livros. Para participar, os interessados podem se inscrever na categoria “BiblioFilmes”: concurso de vídeos através do YouTube,  sempre com o limite de tempo de 3,14 m, “Prêmio Trailer de Livros”: especialmente dedicado às editoras de livros, mas também a autores e leitores, e “Curta BiblioFilmes”: curtas-metragens sobre/inspiradas em livros e bibliotecas, até 30 minutos. O anúncio dos vencedores será feito no dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro. Outras informações sobre o Festival e como participar podem ser conferidas através do site do BiblioFilmes.com.
PublishNews - 30/03/2010 - Por Redação

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

DESPREPARO NA REDE PÚBLICA

A inclusão do espanhol no currículo dos estudantes do ensino médio, obrigatória a partir deste ano, não estará implementada até o início das aulas na maior parte dos Estados brasileiros. As dificuldades para a oferta do idioma na rede pública estão na falta de planejamento, de professores e de material didático, além de divergências na interpretação da lei. De acordo com a Lei 11.161, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em agosto de 2005, as escolas são obrigadas a oferecer espanhol no ensino médio, no horário regular de aula. A matrícula do estudante será facultativa: ele escolhe se quer ou não fazer. A lei deu cinco anos para que a medida entrasse em vigor, prazo que acaba em agosto.
O Estado de São Paulo - 15/01/2010



domingo, 3 de janeiro de 2010

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA EM JACOBINA

Campus IV da UNEB promove exposição É Dia de Feira! Um Olhar Fotográfico sobre a Feira Livre de Jacobina . Mostra expõe 55 fotografias em preto e branco, da década de 1970, do fotógrafo e cineasta Antônio Olavo . Até 8 de janeiro, em Jacobina.

sábado, 17 de outubro de 2009

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

AH! PALMAS PARA O ARTISTA DO SABER!



Ser professor é renascer a cada dia,


é vivificar seu ofício com maestria,

é despertar o gosto pelo aprender com sabor de quero mais.


É doar-se a cada questionamento,

preparando o texto da aula como se fosse o primeiro.


É sentir o prazer da sedução pelo aprendizado do aluno,

inebriando-se de satisfação pelo cumprimento profissional.


É transformar a desesperança em crédito de vida,

subindo no palco da aula para cantar a sinfonia do diálogo.


Enfim, é envelhecer, rejuvenescendo sua alma

no processo de compartilhar saberes de forma intensa.


Denise Dias

sábado, 10 de outubro de 2009

DIA NACIONAL DA LEITURA: 12 DE OUTUBRO


Pela primeira vez, comemoraremos o DIA NACIONAL DA LEITURA, no próximo dia 12 de outubro, e também a Semana da Leitura e Literatura. O Instituto Ecofuturo foi o principal articulador dessa iniciativa, mas contou com vários apoios e parceiros.
Comemore você também a LEITURA 365 dias ao ano.

Denise Dias

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

ACADEMIA JACOBINENSE DE LETRAS NA FEBAN

A Academia Jacobinense de Letras, com o intuito de promover a leitura, apresentou as publicações dos escritores da região ,na FEBAN, de 1 a 4 de outubro de 2009.













ATÉ A PRÓXIMA FEBAN!!!!

SEMINÁRIO DIA E SEMANA NACIONAL DA LEITURA - Brasília | DF


Dias 14 e 15 de outubro de 2009

Veja aqui a programação:

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Editora Girafinha apoia campanha do Dia Nacional da Leitura.
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Ignácio de Loyola Brandão fala sobre a importância da leitura.
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Presidente Lula assina o decreto que institui o Dia Nacional da Leitura e a Semana Nacional da Leitura. Assista na TVSA.
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12 de outubro, Dia da Leitura: conheça quem apóia essa idéia!
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São Paulo concentra 10,5% do total de analfabetos do País.
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Leitura ajuda a formar a consciência crítica de uma nação.

domingo, 20 de setembro de 2009

PEDIR PEDINDO




Seu Rei


O Capitão


Mandou ordens


De montão






Seu Príncipe


Sua Alteza


Mandou ordens


Com firmeza






O Conde


E a Duquesa


Ordenaram


Com nobreza






E você,


Manda ou ordena?


É melhor pedir pedindo


Por favor,


Me dê licença


Obrigada!


Já vou indo!



(SOUSA, Denise Dias de Carvalho. Pedir pedindo. In:____ Meu mundo criança. Jacobina: Tipô Carimbos, 1994, p. 14)

FLORESTA DE LEITORES

Sempre imaginei uma floresta repleta de livros e leitores.Galhos de ficção,romance, poesia e prosa. Pessoas de imaginação fértil: continentes desconexos,amores inimagináveis,doces e sabores em nuvens, lugares inusitados, desejos milenares... Venha você também realizar seus sonhos na FLORESTA DE LEITORES!!!!!

Denise Dias


Ilustração de Jonathan Burton
Portal Diários da Bicicleta

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Indígenas criam Academia dos Saberes


Tendo à frente o escritor Daniel Munduruku, autores e intelectuais de diversas tribos brasileiras vão aproveitar a abertura da Feira do Livro Indígena, mês que vem no Mato Grosso, para anunciar a criação da Academia dos Saberes Indígenas. Vai ser uma espécie de Academia Brasileira de Letras dos índios, com ênfase, naturalmente, à sabedoria ancestral desses povos. Será também uma forma de homenagear os velhos contadores de histórias, que são os pajés tradicionais. E, de quebra, mostrar que a literatura indígena vai além do conceito ocidental de escrita para pôr um fim à ideia de que só há um tipo de literatura (a escrita). O patrono da turma será o ex-deputado Mário Juruna.
In:Blog Galeno Amorim

A GENTE NÃO QUER SÓ COMIDA


Enquanto come um doce, ou toma um sorvete - não se verifica ao certo pela imagem - o menino se alimenta das histórias em quadrinhos nos jornais espalhados pela calçada. Sua atenção está muito mais entregue à leitura do que ao alimento. Parece preferir a aventura da história, que preenche a alma, ao doce, que pode ser conseguido em alguma esquina. O que talvez não lhe aconteça com a leitura. Ainda, não é possível atestar que ele esteja, de fato, lendo. E se não o estiver, sua imaginação dá conta do recado, com os desenhos que dão cor à aventura. Se uma imagem vale mais do que mil palavras, o fotógrafo húngaro André Kertész (1894-1985), por esse registro de 1944, disse todas elas com esse inquietante retrato da sociedade.
Portal Thomerama






UMA HISTÓRIA CURTA E GRATUÍTA DIARIAMENTE




Todos os dias, o CellStories.net envia uma história curta e gratuita para qualquer celular que navegue pela internet. O serviço, disponível em inglês, foi visto por muitos como um desafio aos dispositivos de leitura, como o Kindle. Para o criador do CellStories.net, Dan Sinker, professor de jornalismo da Universidade Columbia, de Chicago, “qualquer um que aposte que e-readers estarão por aí daqui a três anos está delirando”. Ele diz não ver sentido em um gadget que é um dispositivo de leitura quando dá para ler em um aparelho que telefona, fotografa e toca música. O CellStories paga US$ 55 por mês de hospedagem. Os escritores não recebem nada, pois, segundo Sinker, isso é uma experiência, e não de um negócio. Para eles, a vantagem é que o serviço pode despertar nos leitores o interesse pela obra deles
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O Estado de S. Paulo - 09/09/2009 - Por Redação

sábado, 5 de setembro de 2009

A PRINCESINHA SEM NOME



Sobre a obra

Escrito em versos, este livro nos conta a história de uma princesa que não tinha nome. Ao sair do castelo pela primeira vez, ela conhece alguns personagens da natureza, e vai dando nomes a eles, até encontrar um para si própria.

sábado, 15 de agosto de 2009

DETETIVE ÀS AVESSAS


Não consegui acreditar no que vi. Os quartos estavam trancados. Chamei por alguém, mas o silêncio continuou. A cozinha estava toda revirada. Panelas amassadas, pratos quebrados, talheres no chão, tudo em desordem. Ouvi um barulho de torneira aberta. O som vinha do banheiro. Parei um pouco. Senti um terrível calafrio. Achava que não deveria ir até lá. Mas a curiosidade misturada ao medo me fez mexer as pernas, que quando me dei conta, estava frente à porta.


Fui abrindo lentamente. Meus olhos piscavam. O suor escorria. Estava enrubescido. Criei coragem e puxei a cortina, que de tão velha despencou, levando-me ao chão molhado. Desliguei a torneira e enxuguei o rosto. Dei aquela risada amarela. Talvez se tivesse alguém por ali a cena fosse cômica. Como o momento era trágico, meu drama continuou.


Dessa vez resolvi ir à sala de estar. Queria ter certeza de que aquela situação era real. Novamente um barulho esquisito. Vinha do armário de louças. Pensei: “Deve ser um bichinho qualquer; não vou fazer papel de bobo mais uma vez”. Olhei atentamente o ambiente e não percebi nada fora do lugar. “Como é que pode! Quartos fechados, cozinha bagunçada e aqui nada de estranho!” – fiquei encabulado a imaginar o que podia estar acontecendo.


Não estava mais agüentando aquela situação tão misteriosa. Resolvi então ligar para a polícia. Não podia continuar dando uma de detetive. E se a casa tivesse sido roubada?E se o ladrão seqüestrara os moradores? Ou pior: se ele os tivesse matado? Cruz credo! Tentei tirar aquele pensamento negativo da minha mente. Peguei rapidamente o telefone, mas para minha decepção não funcionava. Só podia ter sido o larápio que fizera aquilo. Ele voltaria, então.


Comecei a preparar o arsenal de espera. Faca, machado, corda. Catei tudo que pudesse intimidá-lo. Quando voltasse iria ter uma surpresa nada agradável. Sentei-me numa cadeira da cozinha, assim ele não saberia da existência de alguém na casa. Passei tanto tempo sentado naquela cadeira que acabei pegando no sono. Só me dei conta disso quando ouvi um barulho vindo do quintal. Pensei: “É ele! Agora é minha vez! A vez da caça!”.


Andei bem devagar e com todo cuidado para não ser percebido, abri a porta de supetão. Os confeites atingiram meu rosto e um coro uníssono começou: “Parabéns pra você!”. Quando me refiz da cena, não consegui acreditar no que vi: meu pai, minha mãe, minha irmã e os amigos mais íntimos, todos rindo da minha cara de bobo por eu não ter lembrado do meu aniversário.


DENISE DIAS